quarta-feira, setembro 21, 2011

Oferece-se

És um traquina, Samael hi hi tás a lambuzar-me todo.
Ninhada de cachorros. Inseparáveis. Por treinar. Pedigree. Filhos da conjuntura actual.

Logo agora

Quando eu acho que até sou um gajo tolerante, descrevem-me a fauna da casa dos segredos. vergonha alheia. Só o Alberto João pode ser pior.

Queimado

Belas horas. mais tarde que isto só no mostrador da balança.

Vou.

segunda-feira, setembro 19, 2011

É mais ou menos

O que o Acatar revelou há pouco, é quase o que eu penso. Eu só chamo a coisa de capitalismo pleno.

Léxico

A expressão "Mas já chegamos à Madeira??", usada como resposta a uma ousadia, falta de respeito afronta insulto ousadia tem origem no ano de 2011, sendo usada desde tempos remotos. Diz-se que o macho alpha dos bonobos, logo após a descoberta da ilha, desenvolveu a capacidade de assinar de cruz ludibriou o cônsul anos a fio, o cônsul esse vestia um manto que só eleitores inteligentes viam o manto debruado no mais fino ouro dizia " O Alberto João não vale um chavelho e ainda votam nele? Não percebo, francamente." nas costas. Um dia o cônsul viu o manto ao espelho, virando-se, pensou "aicnalubma?", não, la percebeu rasgo raro, descoberto o segredo do manto o 3º, desde aí o bonobo é tolerado, vergonhosamente, no meio da sala.
Agora, nunca tinha visto este senhor dar o dito por não dito. Sinal dos tempos.

Já o disse


Boas imperiais aqui


cheira-me.
é o Chiado, mas troquei o lado do sol

Na ultima janela funcionam 37 institutos públicos

"Queres em ré? tem dó..."
Lisboa é muito bonita mesmo tendo lisboetas segundo ouço de não-lisboetas, os lisboetas são antipáticos porcos mal-educados parasitas com a mania mas não é por mal o problema é a água e o rio que está muito perto lisboeta é como uma tainha, sempre sempre a rasar a margem do rio pra cima e para baixo com a maré e o resto é paisagem. Essa paisagem eu até gosto.

domingo, setembro 18, 2011

de profundis, 25W

filme manhoso de domingo à tarde
s
o
o
o
ono.

sexta-feira, setembro 16, 2011

Vergonhaça

Então, o primeiro ministro daquele pequeno país disse que lá na pequena ilha os eleitores deviam votar de acordo com os acontecimentos mais recentes, sabendo muito bem sobre o que falava.
Vitória vitória acabou-se a história.

quinta-feira, setembro 15, 2011

O pleno

Esperando que a crise/capitalismo se instale - que ainda estamos só na sua antecipação - vou almoçando no Carmo, no wifi à pala a preparar uma nova invasão do quartel a revolução desta vez será televisionada ou começar por twitter que é mais rápido e eu vou estar na primeira fila de cadeiras da esplanada a beber uma jola proletariamente sentado. As meninas com os vestidos curtos e wayfarers a beber casal garcia deitadas no passeio vão tirar fotos para o facebook enquanto escrevem manifestos em menos de 140 caracteres e eu vou esperar que a alemanha levante o cerco ao preço da cerveja turva ou anexe um país menor só para conseguir Duvel mais barata. Os dois GNR's à porta do quartel vão avisar o comandante por sms num nokia obsoleto pré-pago descobrindo que é tarde demais para mudar de tarifa e de regime optando por aceitar limosnas de turistas hipnotizados pelo capacete vintage retro.

Fazem-se endorsements.

domingo, setembro 11, 2011

Radio grafia

Passo o Bairro cheio de gente aos encontrões ultrapasso o Manel João até lhe dizia qualquer coisa mas ele mandava-me para o caralho, mas eu gosto muito do seu trabalho vai para o caralho e o gajo ainda me dava com a guitarra nos cornos se eu insistisse passo a Rua do Século, a Casa da India fica para trás, os camones à porta idem, o Largo do Camões infestado de baratas e a cheirar a litrosas, passo a grelha do metro mais sexy de Lisboa, desço o chiado agora o cheiro já é outro perfumes e champoo anti-caspa, as calçada lisa dá-me para patinar, o homem do costume toca fados com pauta mas não respeita a pauta nem respeita o fado, elipse passo o bacalhoeiro elipse jogam-se cartas e fala-se de tudo sentado num banco na rua em Alfama flashback isto depois de sair de casa pelo fresco, passar o arco cego que já não há e descer a caminho da Estefânia.

sexta-feira, setembro 09, 2011

Recolha etno gráfica II

Vendedor de Napalm
Uma das profissões perdidas no tempo é o carismático vendedor de napalm. No "figuras típicas de Lisboa" são referidos desde o tempo do final do século XVIII que foi frio e chuvoso, tendo calhado no inverno. O napalm recolhido de madrugada por limítrofes nas zonas contiguas à capital era levado de burro político ou político até à Praça da Alegria, onde coristas do maxim pagavam até 12 reais para o usarem como creme para o buço. Em poucos anos, consumidos de ciúmes pelas varinas e pelos aguadeiros devido as excelentes relações públicas destes junto da população metem baixa psiquiátrica e são substituídos temporariamente pelos atlantes que hoje seguram a igreja de S. Roque.

quarta-feira, setembro 07, 2011

Recolha etno gráfica I

Homem tocando lagostim
O lagostim é tradicionalmente tocado na Beira Baixa, depois ou debaixo das vindimas, o que vier primeiro, entre os homens da aldeia que envergando as jaquetas tricolores azul e grená ponto cruz dizem rimas entrecruzadas louvando a safra e o fim da época balnear.
Lopes-Graça referia já na sua recolha a presença de elementos próprios do modo mixolídio e as saudades de um bom arroz agulha no acompanhamento.
Os cantares esticam-se pela noite fora, sendo o fim combinado entre Jó e os lagostins. No fim da tradicional matança do porco as mulheres lavam as tripas com dulcolax.

terça-feira, setembro 06, 2011

Hiperconectividade, relações e direito animal

Um dia destes, estive no chat por wifi do iPod à uma da manhã a explicar à ex em pânico como matar uma barata.

segunda-feira, setembro 05, 2011

Ah maldita vida

O Jorge Palma faz isso mas não se queixa, pá.
A juventude arrastada para o poço da virtude continua imparável a divulgar a separação de lixos, a água com sabores, o horror do tabaco, a castidade, - se bem que não são coerentes nisto mas ainda não percebi bem, parece que castidade não combina com ninguém a começar por quem a defende, deve ser para ganhar um nicho de mercado - os malefícios das drogas e o Zé Pedro deixa-se fotografar nu só faltava a algalia, pior que morrer entregou as armas ao inimigo.
E o Zé Carlos não tinha olhos de husky. É o que faz o álcool. Destila.
Reduto da inconsequência, este blog entra agora numa nova fase, passo a fazer posts só com 2 neurónios dos bons, o resto é necessário para coisas consequentes, como manter gatos à distância e o cérebro fresco sem uso de guronsans drogas e água de fogo.

domingo, setembro 04, 2011

Pro-bono institucional

Se beber, entregue as chaves do carro, o telemóvel e a máquina fotográfica antes que seja tarde.

sexta-feira, setembro 02, 2011

Quero descanso



Desde 2007 a praticar projecção astral só para sair do trabalho mais cedo.

Pessoal

Ao pessoal do trabalho: Aqui há dragões.

Redução

Que a generalização é redutora é sabido, mas a análise profunda a fugir ao viés mostra que tudo se resume a pouco. Do que é criado à nossa volta, tirados os acessórios os recursos estilísticos as moscas, tudo, grosso modo inventariam-se os originais assim:
Edições Plicano
4 filmes, 14 livros, 2 óperas, 6 anúncios de imprensa, 7 de televisão, 9 blogs, 5 esculturas, 12 quadros, 5 anedotas, 1 baralho, 6 cores, 2 paradoxos, 1 cantilena, 6 pratos, 4 movimentos literários, 6 géneros musicais, 3 poemas, 10 músicas, 1 esgar, 8 fotografias,  meio corolário, 3 ruídos, 3 cartas, 4 vinhos, 3 cortes de cabelo, 7 carros, 1 lápis de mina mole e 1 de mina dura, 12 personalidades, 3 igrejas, 7 santos, 2 deuses, um autor. Mais que isto, é exagero vosso.

quinta-feira, setembro 01, 2011

Entretanto

da mesma forma que o Kadahfi gadahfi gatafi lady gaga qualquer coisa foi deposto para parte incerta, os palácios pilhados os luxos conluios familia práticas nefastas foram postos à vista de todos, era interessante por cá uma recriação do mesmo - potencial fantástico para blockbuster - mas com menos areia e mais bananas. Na Madeira temos um sortido rico: ilha do King Kong, qual seis xeles, floresta madressilva, um ditador que não só não se esconde como dá a pança às balas e onde o petróleo é dinheiro do continente. Rebeldes estão dispostos a avançar e tomar todos os palácios só não o fazem porque esperam dinheiro do continente.