terça-feira, maio 26, 2015

Lições de vida para gente burra

A maneira mais fácil de ficar rico é chular os mais pobres e eu ando sempre a tentar chular os mais ricos.

quinta-feira, maio 21, 2015

Maria Capaz, falta de noção e trabalho especulativo

Primeiro, era um concurso pago com "visibilidade", em que o vencedor era escolhido por votação online.
Depois, era um concurso cujo vencedor era pago uma quantia desconhecida. Uma emenda pouco melhor que o soneto porque é claramente uma emenda feita sob pressão.
Finalmente, era um problema ao qual respondem de uma maneira intelectualmente desonesta:
Lamentar não poder pagar a todos os participantes de um concurso lançado online, num post de um blog, é atirar areia de má qualidade para os olhos.

Pelo mundo fora, o trabalho especulativo é usado para obter trabalho de forma gratuita ou barata. Em áreas criativas, é uma pratica bastante vulgar. Ao abrigo da crise, os concursos multiplicam-se e as pessoas que os aceitam também, - A crise tem este efeito secundário - desvalorizando mais e mais o seu esforço e a sua profissão.

Adenda: sou um mercenário e aceito que haja clientes mercenários. Aceito concursos onde projecto e dinheiro combinados compensam o esforço de participar e o risco de perder. Claro que também têm de dar gozo, mas isso dá a ideia que não gosto de dinheiro. E de ganhar.

segunda-feira, maio 18, 2015

PSP, Benfica e Manifs

Em Portugal só há 3 situações em que a PSP tem simultaneamente pessoas contra e a favor da sua actuação:

  • Quando intervem em confrontos entre adeptos de futebol
  • Quando intervem em manifestações
  • Quando intervem em descatos em bairro problemáticos

As pessoas dos bairros problemáticos não têm muita visibilidade nas notícias - vou chamar a isto racismo - por isso nem sei quem é que pode estar contra isso e esse tema acaba aqui. O trabalho da polícia nos restantes casos já pode ser analizado: Os adeptos de futebol apoiam a polícia quando dispersa manifs de mandriões que não querem trabalhar, e os manifestantes apoiam a polícia quando esta dispersa trogloditas do futebol.
Já eu, não entendo estarem contra a polícia agredir indescriminadamente um cidadão "em frente aos filhos". A circunstância da presença de filhos deve ser tida em conta aquando de agressões? Se sim, porquê? Se sim, exijo tabela publicada em diário da República que descrimine a que grau de parentesco se deixam de considerar as suas presenças circunstâncias especiais, nomeadamente:

  • Em frente a uma sogra
  • Em frente à mulher
  • Em frente a um tio avô
  • Em frente a representações de antepassados, como fotografias em perfis online


quarta-feira, maio 13, 2015

Sobre a net, a idade média

eh men hoje nem-de prepozito exta cena do akordo ortográfiko e a kantidade de poxts kom as miudax à xapada parexe de porposito nem dah pa pcber se é do akordo ou brrice, fikei boe a rir parecem defs eh idade media otra vez parece do tempo dos reix e o crlh naum se apanha nada ya boe atrofio é tipo um raioxis da sossiedade e tal neh mas toda a gente aí haxa que teim razão mas nepia estas krianças ke axam k s boe adultox max só falam como os bebes e dizem sem jeito e cenas. LOL pensam k a internet e o youtube fasem diferenssa mas nop forever alone ya.

segunda-feira, maio 11, 2015

Espera, espera. Vamos falar de publicidade.


3 minutos. 3 minutos dura este épico que vem revolucionar o sentimentalismo pós-titanic. A normalização do lamechas foi completamente ignorada neste anúncio revolucionário. Rasgado o manual e esmagado o canone, vamos tentar perceber melhor o que se passa neste épico sentimental:
Primeiro, o piano. 10 dias depois do piano ter sido inventado, este tipo de melodia atingiu o seu expoente máximo. Desde aí, limitam-se a bastardizar o trabalho que esse pioneiro teve, emprestando esse som a más elipses temporais.
Depois, o monólogo. "Aqui sou eu, aos seis. As minhas primeiras memórias, como pessoa.". Começamos então a conhecer este personagem dono de um problema neurológico. Numa espécie de Alzheimer infantil, este pobre só lembra a sua vida depois dos seis anos, e pior, só reconhece brinquedos do tempo do seu próprio pai. Soldadinhos de chumbo? Este tipo deve ter tido pós-produção com Photoshop para parecer tão novo.
Relata as sábias palavras do seu pai, aos 20. Conta que quando uma manhã, chega dos copos a casa, se cruza com o seu pai, a preparar-se para ir trabalhar. Este ter-lhe-á dito "Bom dia" quando lhe disse boa noite, um episódio com que toda a gente se poderá relacionas mas com este p Este "bom dia" terá sido o mais revelador bom dia jamais dito na história humanidade, tanto fez um jovem a ressacar às 8 da manhã ponderar em algo que não aterrar a tromba na cama.
Depois de fazer umas dissertações estranhas sobre a condição de pai, outro momento chave: Neste ponto só posso dizer que é nobre da parte do banco BIC promover a adopção por homossexuais. Só um habitual do Finalmente é que afaga uma foto projectada numa parede com aquele jeitinho.
Finalmente, a revelação. Face a uma foto sua que aparenta ter sido tirada numa má cabine de photomatom enquanto fugia à polícia ou quando estava ainda a curar a tuberculose, reage com uma surpresa ponderada, como quem se assusta em camara lenta.
A fechar, a sabedoria possível: "se chegar lá, já é bom sinal.", 2 versos de um fado pouco optimista, especialmente para quem está a vender bancos.

Como não estão a vender um PPR, não sei bem porque é que perderam tanto tempo a vender esta ideia do banco que para a vida. Toda a gente sabe que os bancos são caducos.

quinta-feira, maio 07, 2015

Trabalho real, um estudo.

Em conversa, disseram-me agora:

" Não precisa de ser um trabalho altamente. Neste momento os critérios são: Pagarem a horas. Decentemente. Não fazer noitadas.  Gostar do trabalho."

Esta pessoa veio do mundo da publicidade.
Temos aqui um caso neuropatológico típico: a vítima, incapaz de se relacionar com a realidade, persegue expectativas surrealistas, que embora não confesse com medo de ser julgada, lhe devem estar a ser ditadas por um banco da cozinha vivo ou uma celebridade que lhe aparece em sonhos. Este unicórnio dos tempos modernos, o "trabalho pago decentemente e com horários", está sempre presente em relatos históricos, que embora o tom documental, se provam cada vez mais obra de ficção, de fantasia, criados por escritores que de facto nunca foram contemporaneos nem conterraneos desses avistamentos. Taxistas juram avistar regularmente este fenómeno, mas trata-se de uma mera acepção enviezada de profissões que não entendem completamente, própria de pobres de espiritos, tolos e pessoas de fé.

sábado, maio 02, 2015

Não posso continuar com isto

Acordei Sábado passado com o despertador. Levantei-me, estiquei-me, olhei pela janela as traseiras dos prédios vizinhos a fazer de aldeia, com limoeiros e estendais, vi o tempo e fiz 10 flexões. Comi um pequeno almoço substancial: cereais, sumo, café, ovos mexidos. Fiz a cama. Meti os sapatos de corrida, liguei o iPod e fui correr.
Subi para o alto de São João, meti-me lá em 3 minutos. A descer em direcção a Santa Apolónia, encontrei mais gente a correr, ultrapassei todos. Eram candidatos a presidentes da república. Dizem que dá azar.
Pisei um pombo inocente. Os ossos estalaram debaixo do sapato, derrapei como quem pisa um figo maduro cheio de nozes, mas safei-me: não fiquei debaixo de um carro - corro sempre no meio da estrada - e o pombo, agora repasto para condores dos andes, não sofreu. Cheguei ao Tejo. Paro para beber água mais à frente, ao pé da esquadra, enquanto vejo os candidatos à presidência a passar, agora um grupo maior. Atrás vão alguns reporteres e um carro vassoura. Devem seguir pelo rio, onde é mais plano, calculei. Resolvo subir Alfama e dar a volta ao castelo, passando pelas portas do sol, o chapitô, a Graça e a Senhora do Monte. Desço pela Baixa, subo o Chiado. Vou ultrapassá-los descendo pelo Adamastor, enquanto passam no Cais do Sodré. Quando cheguei à rua de São Paulo olhei para trás: Já são um grupo que deixo de conseguir contar. São muitos mais candidatos, já enchem a rua de lado a lado, já há reporteres recolhidos no carro vassoura, pisam-se restos de camaras de video e telemóveis, há algumas crianças a serem distribuidas para beijar, deitam-nas à berma, há vieiras com espuma de caril na berma também e pisei outro pombo. A cabeça abriu-se como uma ameixa de Santo António debaixo do meu pé, sem dizer um piu. Acelerei o passo até ao largo de Santos, mas só depois da D. Carlos I é que dou com pelo menos mais 3 multidões de apoiantes aos candidatos, agrupados por chusma, lobby e monopólio, hurros e vivas, cartelas, sms's e bidons de sangue de virgens para ofertar. Empurrei-os todos para o Tejo, afinal só vinha para correr em paz e já bastavam os candidatos. A custo lá se afogaram, nisto pisei um pombo terceiro, e é por isto que desisti de fazer corrida.

quinta-feira, abril 30, 2015

Ainda a tal empresa que não é de taxis

A tal empresa tem sido um buraco que atrai comparações, por vezes vindas de pessoas com algum caco e talvez alguma inteligência. Comparam uns que quando os carros apareceram, queriam proibi-los porque assustavam os cavalos. E comparam um fax com um email. E comparam a idade da pedra com a revolução industrial. Calma. A Uber ainda é só uma empresa.
Eu também gosto de fazer comparações ou ditar uns generalismos.
Mas evito. Caso contrário, podia dizer o mesmo que dizem dos taxistas - generalizando uma classe profissional inteira - o que muito boa gente diz dos professores, dos sindicalistas, dos funcionários públicos, da polícia, dos advogados, dos presidentes de camara, dos deputados, dos desempregados, dos pretos ou dos ciganos. Evito. É que não quero opinar à taxista.

terça-feira, abril 28, 2015

Em defesa do taxismo

Como utilizador profissional de taxis e blogger, sou obrigado a defender a honra dos taxistas face às notícias de hoje.

Um taxista é uma maneira de ser, não é um negócio.
Um taxista é a representação máxima do biscateiro. Também pode ser fadista, empregado de mesa e estudante ao mesmo tempo.
Um taxista é um realista. Vive num mundo cruel, habitado pelas personagens do Correio da Manhã.
Um taxista oferece um serviço imprescindivel em cada viagem, mostrando quão civilizados os clientes são.
Uma viagem de taxi é mais do que ir do ponto A ao B, é uma viagem a outro universo.
Durante uma viagem de taxi, já aprendi de tudo.
Um taxista desvenda, sem pedirem e sem pagarem mais, conhecimento empírico a tender para o infinito.
Um taxista pode responder à pergunta final.
Os taxistas sabem tudo.


Disclaimer: Uso taxis e gosto. Não tenho carro e não tenho medo de andar de taxi. Só às vezes. Deixo gorjeta quando não me dão um ataque cardiaco e não me enganam. Sempre que ando de taxi tenho algo para contar e as pessoas riem-se. Mas isso sou eu.

Ninguém deve ter reparado, mas a Uber foi proibida em Portugal, hoje. Neste post confirmo como sou um outsider: Trabalho em Startups mas não consigo aceitar o progresso por si só, estas coisas da esquerda progressista dão nesta esquizofrenia. Não tenho uma obsessão absoluta pela eficácia, especialmente a dos humanos. É que também sou um.
E aposto que amanhã há uma reportagem de meia hora na SIC com taxistas labregos.

sexta-feira, abril 24, 2015

Sobre-exposição e anestesia: um estudo

Estudo efectuado por mim durante anos revela dados impressionantes e uma verdade chocante:

99.5% das casas com gatos cheiram a gato


Os resultados são estrondosos e polémicos: ao contrário do que os donos das casas com gatos afirmam entredentes, as suas casas cheiram a gato. Inesperadamente, descobriu-se que os gatos cheiram a, mijo - e que até aqueles gatos que são referidos num contexto de "o meu não cheira, a sério.", cheiram a mijo. Este dado tem surpreendido donos de gatos, que insistem consistentemente numa mesma resposta: sim, na verdade os gatos cheirariam a mijo no ínicio de viver nas suas casas mas que esse cheiro terá "desaparecido com o tempo" e "deixou de cheirar". Neste estudo descobriu-se que a área do cérebro responsável pelo olfacto, a articulação de frases como "eu mudo a areia a toda a hora" e pela noçao de tempo fica danificada com o cheiro a gato ao fim de apenas 2 semanas de exposição. Foi com surpresa que durante este estudo se descobriu também uma casa com gatos que não cheira a gato, que se encontra a ser estudada e cuja localização se manterá secreta até ser descoberta forma de replicar o fenómeno.

domingo, abril 19, 2015

9 anos

Se isto não fechou até agora, nunca mais fecha.

quarta-feira, abril 15, 2015

A antiguidade é um posto

A antiguidade é um posto de alta tensão, no máximo. Um tipo pode pensar que já sabe uma coisa ou outra, mas não deixa de repetir as mesmas banananices lá por saber as regras. Exemplo prático de hoje:
Trabalhar para amigos (1) e sem pedir dinheiro (2).

É uma regra conhecida por todos. No entanto, um gajo deixa-se levar e acaba a confirmar tudo o que a regra dita: Perde tempo, exigem-lhe urgência, não a dá, chateia-se e não ganha ponta de corno com isso.

segunda-feira, abril 13, 2015

Delay

Ando a ouvir os albuns de há 4 anos. Estou a diminuir o delay.

quarta-feira, abril 08, 2015

Um estudo sobre imobilidade estatística e política

Nada muda senão a amostra que se usa para defender um ponto de vista.

Cruzo de restaurantes a que vou com o tipo de comida que como. Os resultados: toda a comida em Portugal é espetacular e não há prato pretenciosos.

Cruzo a quantidade de ruas que ando desde 2007 e a criminalidade que vejo e vejo que Lisboa tem quase zero criminalidade. De noite? 5%.

Cruzo a quantidade de vezes que olho para o sol e a quantidade de vezes que há eclipses e concluo que 40% dos dias do ano têm eclipses.

Cruzo qualquer estatística que escolhi com qualquer outra estatística que escolhi e posso ser ministro.

quinta-feira, abril 02, 2015

Deve ser da Páscoa

Nestes dias apanhei com várias notícias e artigos de opinião à volta de religião. A religião é um tema que acho fascinante, porque quando era miudo tinha tempo para pensar. As minhas opiniões sobre religião não mudaram muito desde que era miudo, só ficaram mais completas.
Também melhorei bastante neste aspecto: Católicos apostólicos, budistas, mormons, ortodoxos, protestantes, espiritas, evangélicos e afins já não são  automaticamente catalogados de atrasados mentais. Percebi que a religião é feita para facilitar a vida de quem a aceita. E é como todas as outras coisas: nada tem a ver com nada .
Por exemplo, não é por alguém fumar erva diariamente durante anos que fica estupido:  A estupidez esteve lá sempre. Só veio à tona. Com a religião passa-se o mesmo.

César das Neves, especificamente falando, encaixa no género troll que usa a religião para validar a sua visão do mundo. Vive num universo só dele onde sente a presença do Senhor em tudo o que faz, menos quando é uma besta. Lavar os dentes? Deus. Esquecer-se da password do email? Deus. Ter um aumento? Deus. Gatafunhar um novo muro das lamentações em nome dos pobres empresários, fariseus dos tempos modernos? Aí troca-se todo.

Há 2 semanas, falava das mulheres-de-hoje por comparação às castas mulheres do antigamente - essa coisa do tempo e da distância como factores de santificação ou demonização é sempre engraçada - e de como se andam a perder no "altar do deboche". É de saltar em cima de um destes altares imaginários que César das Neves julga estar mais perto do nazareno. A soberba.

segunda-feira, março 30, 2015

Apocalipse, um passatempo

Tirem-se as medidas, a olho, de prédios devolutos. Pode-se fazer uma boa estimativa usando um pau e a sombra de um adulto, para comparação ( isto se tirarem as medidas rapidamente ). Com giz, marcam-se no chão as janelas, rebatidas em método de monge. Dentro dessas marcas, fazem-se, à vez, apostas em como as janelas correspondentes, em queda por derrocada devido a negligência do senhorio, se abrirão ( ou não ) por inércia. Pode apostar-se com gatos, vizinhos, gatos de vizinhos, carrinhos de bebé cheios ou não, computadores,  ou adultos toscos. Ganha aquele que tiver mais janelas com items intactos ou com pouco estrago. A destreza está em escolher objectos valiosos mas com um perfil mais estreito. O jogo acaba com destroços.

terça-feira, março 24, 2015

A falta de gosto é um problema mental

Ter falta de gosto é um problema cognitivo sem remédio:
Um escritor que ganhe o prémio nobel pode ser disléxico.
Um escritor que ganhe o prémio nobel pode não ter mãos.
Um puto que pinte postais da unicef com a boca dificilmente terá bom gosto e nunca vai ganhar o prémio nobel da literatura. Pode ganhar o da quimica, se concorrer um novo sabor para cola para selos ou um método para limpar a água do Tejo.
A falta de gosto não se discute. É como tentar convencer alguém que tem de ser mais inteligente.

A falta de gosto é o que causa guerras, fome, doenças e gonorreia.


quinta-feira, março 19, 2015

Perder um filho

O título do post é clickbait. Vem a propósito disto: Os chips para localização estão a desenvolver-se mais e mais rápido. Há-os de vários tipos, aplicando várias tecnologias. Para carros, mercadorias, telemóveis ou gatos.
Daqui a 2 anos meto um chip que mal se nota na carteira e nunca mais a perco num balcão do café. Já há serviços de localização e devolução de objectos perdidos.
É uma questão de 5 ou 10 anos até aparecer uma empresa com esta proposta: meter um chip nos miudos para nunca os perder ( e também os poder vigiar a todo o momento, claro ) e clamar que qualquer pessoa com bom senso não vai deixar de o fazer, sob pena de ter de viver com a consciencia de que não fez tudo o que estava ao seu alcance para prevenir tragédia X ou Y. A publicidade nisto é optima e as redes sociais, ainda mais. A questão ética do dia é: Chips nos miudos, sim ou nao?

terça-feira, março 17, 2015

Só mais 60 anos

Prezado anseia usar a internet daqui a 60 anos, quando os miudos que já nasceram com internet morrerem com toda a sua vida fotografada, filmada, registada, relatada, comentada, escrutinada e vivida por outros em oculos VR online para que finalmente se calem todos com a fascinação com temas que nunca tiveram interesse.

Sim, vocês doentes com marcas de cadeiras de bebé, comida saudável e pedagogia nazi.





quinta-feira, março 12, 2015

Como é que se chama o primeiro guitarrista dos Happy Mondays, que não me lembro?

Devia haver uma cadeira, ou pelo menos pós-graduações, ou workshops de name-dropping. O name-dropping teria ajudado bastante a manter-me no círculo dos bem-pensantes e dos iluminados-por-osmose, que no fundo vêem o mesmo que eu, mas não se esquecem da referência bibliográfica atempadamente, mesmo em conversas informais.