domingo, junho 15, 2008

Dos contrastes

Subir ao palco, branco e preto. Uma fogueira de vaidades. ( "cheia de brasas", inserir piadola ) Ver as bonecas, as Barbies. Ver. Analisar. Tentar entender como funciona um sítio onde as pessoas vão apenas dar-se a ver.
Sair daqui para o cantinho reles habitual, mas à grande. Chauffeur? nunca mais entro à borla, se nos vêem. A puta grita bem alto que aquilo anda cheio de betinhos do caralho, mas digo eu, nem por isso. Os critérios são outros, ela anda no Cais do Sodré.
Raia o dia com gente fascinada a dizer adeus do tejadilho da limousine do costume, de pé. Quando ainda ontem se tinha falado disso, de clichés de filmes, e essa figura tinha surgido. Dito e feito.

Podemos fazer do mundo um lugar melhor para viver, basta um dia toda a gente ter um carro com tecto de abrir.

2 comentários:

MissangaAzul disse...

Kubo no seu melhor/pior, certo?
:)

Perdido disse...

No seu absoluto ;). não digo nunca mais, mas é precisa a companhia certa...