terça-feira, maio 24, 2011

A maldita campanha

Durante um dia ou dois pensei mesmo que isto ia mudar um pouco, por causa da "crise". Depois começa a campanha eleitoral e esquece lá isso. As pessoas perguntam-se em quem vão votar e ninguém com a mão na consciência consegue dizer um nome sem ter umas convulsões ao mesmo tempo. Um terço do pessoal todo que conheço pensa mudar de país. Eu como é sabido sou teimoso, quero o sol e tal, o dinheiro honesto sabe-se que é sempre ingrato, não quer nada com a gente, vem e vai, mas o sol fica. Ontem pela primeira vez pensei sinceramente que deviamos anexar os espanhois. Não precisamos de nada deles, atenção, só o número. Dá-me mais jeito fazer pirulitos, yogurtes, gira-discos, aplicações, cerâmica etc para 46 milhões de hermanos do que para 9 milhões de portugueses, fica mais barato e é só meter uma pronuncia parva quando os vender faz-se umas promoções com paella em rincones e chiringuitos.

5 comentários:

Julie D´aiglemont disse...

No reocupate! O Futre regressou a Portugal, isto há-de compor-se!

Isis disse...

E vai fretar aviões e trazer os chinocas "ó sócio". Be cool ;-)

Prezado disse...

Não isso não chega, eu digo que é alugar Albufeira aos camones, cobando consumo mínimo à entrada.

Maria Papoila disse...

Acho que deviamos todos votar PAN. Não percebo se estou a falar a sério ou a gozar, mas tudo bem.

Nandita disse...

É triste passar os dias a pensar qual será o "menos mau" para votar nele... Tenho de começar a fazer uma lista de países "emigrante-friendly", tenho tenho...