quinta-feira, julho 15, 2010

Do materialismo e as implicações no quotidiano enquanto experiência metafísica

Despachei mais metade das minhas coisas para a casa nova. Pelos vistos, é a metade que não serve para nada, porque não me faz falta nenhuma para os próximos tempos.
Nas arrumações descobri coisas que não usei num ano inteiro.

6 comentários:

Tulipa disse...

Eu nos últimos anos fiz algumas mudanças e percebi que carregava coisas sem significado e com utilidade e outras com significado e sem utilidade...enfim, aproveita para aliviar a carga e boa sorte!

Prezado disse...

É papelada, mais que muita, e tretas que não uso. O interessante é que as coisas que têm valor são poucas, e valor intrínseco, muito pouco.

Comecei a arrumar os livros e vi que há 4 que são importantes, e quase levei ao colo o meu livro autografado por um Monthy Python.

marta morais disse...

Eu tenho coisas que não uso há 10 anos e não é por isso que não são importantíssimas.
Mas o conselho da Tulipa é precioso: mudanças é mesmo de aproveitar - especialmente se fores, como eu, do tipo recolector/respigador - para aliviar a carga.

Little Miss Sunshine disse...

(acho que é o primeiro comentário que aqui deixo)
Uma vez vi na Oprah, ou terá sido na Martha Stewart (dah) para se fazer um teste. Pegar nas coisas de uma gaveta e colocar numa caixa de cartão. Durante um ano o que se for buscar à caixa, porque se precisa, volta a guardar-se na gaveta. Passado um ano, o que está na caixa pode-se por no lixo :D
Faço isso com a roupa de dois em dois anos, se não vesti de há dois anos para cá bem pode ir para o Exercito de Salvação!

Prezado disse...

Miss,

Isso é muito tempo. Num ano? eu sei lá se vou estar vivo daqui a 3 semanas. Estou mesmo a ver...

Além disso, até tenho medo do resultado. Estimo que sobraria:

Um computador
um portátil
um telemóvel
uma máquina fotográfica
um par de talheres
uma colher de pau
duas panelas
uma frigideira
duas pegas ( de cozinha )
dois copos
quatro bics pretas
uma televisao

Prezado disse...

abri uma gaveta e exclamei:
"olha, camisas com padrões". Não me lembrei delas mais de um ano.

Há alguém no Burkina Faso que vai ficar bem de camisa às bolinhas.